Artes da Grécia

Para os gregos, a arte não era algo se encerrase apenas em museus e galerias, mas parte de um vida cotidiana.

Arquitetura: Os gregos sempre deram muita importância à seus deuses , por isso todas as cidades eram adornadas com magníficos templos.
Os helenos conquistaram seu notável sucesso na arquitetura pela adesão aos princípios da simplicidade e da graça; já os aqueus haviam tomado a forma básica de seus templos, que era uma estrutura retangular primeiramente feita de madeira e depois, de pedra.
No período arcaico, dois estilos eramusados: o estilo dórico que era popular no continente e no oeste, usava uma coluna simples e pesada; e os jônico que atraia mais gregos das ilhas e da costa asiática, empregava coluna mais delgada.
Porém a mais famosa de todas as obras é o Parthenon, que Péricles mandou construir na Acrópole, em Atenas.
Uma das mais interessantes construções helênicas era o teatro Normalmente. Era um auditório ao ar livre, de forma semi-circular, construído numa encosta de colina.

Escultura: Os primeiros escultores gregos receberam influências do Oriente Antigo e da Ásia Menor.
Foi no período Clássico que a escultura grega se tornara uma expressão original de naturalidade e beleza. Muitas vezes utlizava-se mármore nas esculturas.
O mais famoso escultor desse tempo primitivo foi Míron de Atenas, cujo sua estátua mais famosa se chama Discóbulo

Pintura: Tudo que conhecemos da pintura grega vem de decorações de vasos. Os artistas daquela época avançaram dos desenhos geométricos bem desenhados para bem desenhadas formas da figura animal, vegetal e humana. As pinturas em vasos são valiosas fontes de informação a respeito da vida dos gregos pois ilustram tipos de vestuário, guerra e atletismo.
Os vasos tinha vários tipos e formas: jarros de vinho, taças de mistura, vasilhas menores para beber ou para guardar azeite e perfume

Música: Os antigos gregos criaram uma música clássica cuja teoria influenciou o resto do mundo de forma ampla e duradoura e que deu origem às estruturas atuais da música ocidental, embora nada tenha restado da prática musical daquele povo e apenas alguns poucos instrumentos tenham sobrevivido. Trata-se de uma cultura musical totalmente diferente da atual.

Fonte: extraído de um livro daqui de casa não-oficial [háhá]. - Autoras: Ione Maria Castello Branco Girão, Lucia Maria Carone, Nilza Hernandes, Regina Celli Hinz, Rosa Maria de Oliveira Veiga e Roseli Lopes Carrasco.

Postado por Portal às 22h35
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Ilha de Aegina

Localização: situada na costa de Atenas.

A ilha de Aegina tem um terreno rochoso, e a falta de boa terra agrícola obrigou os primeiros Aeginetianos a buscar o seu sustento no mar. Eles se tornaram excepcionais comerciantes marítimos.

Primeira importante moeda do comércio: Durante o curso de suas viagens, os comerciantes Aeginetianos tiveram acesso à cunhagem de moedas da Ásia Menor, e sua introdução para Aegina foi uma conseqüência natural. As primeiras moedas européias foram produzidas na ilha de Aegina por volta da metade do 6º século e representam a tartaruga. A Ilha de Siphnos era a fonte mais provável da prata usada no início da cunhagem de Aegina, e o fato destas primeiras moedas terem sido encontradas enterradas até dois séculos mais tarde é evidência da produção prolífica da casa da moeda. Os Chelones Aeginetianos (Tartarugas) tiveram circulação ao longo de todo o Mediterrâneo por volta da metade do 6º século, fazendo deles a primeira e mais importante moeda de comércio da Europa até que foram finalmente substituídos pelas "Corujas" de seus vizinhos atenienses durante o 5º século.

Atenas x Aegina: A produção de tartarugas diminuiu durante os vinte anos seguintes pois a prata da ilha de Siphnos não era mais acessível e o comércio mediterrâneo era então dominado por Atenas, a nova senhora do Egeu. Os dois vizinhos eram constantes rivais e os atenienses se referiam a Aegina como "a feiúra do Piraeus". Em 457 a.C. Atenas conquistou Aegina e a despojou dos seus poderes marítimos. os Aeginetianos foram expulsos de sua pátria pelos atenienses que só a devolveram depois da conclusão da Guerra do Peloponeso em 404 a.C.

Fonte: http://www.nomismatike.hpg.ig.com.br/Grecia/GreAntig.html

Postado por Portal às 15h42
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Corinto

Localização: A cerca de 80km a oeste de Atenas, no extremo oriental do Golfo de Corinto.

Corinto - rival de Atenas em prosperidade, poder e cultura - possui belas ruínas que provam a grandeza da antiga cidade grega.
Começou a desenvolver-se no século VIII a.C. Logo começou a fundar colônias importantes, como Siracusa (Sicília) e Córcira (hoje Corfu), no mar Jônico. A cidade tinha dois portos, um a ocidente e outro a oriente e por eles eram exportados para todo o mundo produtos de olaria e objetos de bronze.
Corinto aliou-se a Esparta depois das guerras dos séculos VI e V a.C., contra os persas, e contribuiu para a derrota dos atenienses na guerra do Peloponeso. Sua decadência, no entanto, iniciou-se no século seguinte. Em 146 a.C., foi destruída pela invasão romana, pois a consideravam um bom ponto estratégico. Esse fato determinou a reconstrução da cidade em 44 a.C., por ordem de Julius Caesar, que declarou-a colônia romana e capital do Peloponeso. Voltou então a ser uma esplêndida e rica cidade, orgulhosa de sua cultura, arquitetura e obras de arte. Mais tarde passou a fazer parte do Império Romano do Oriente e continuou a florescer sob o domínio Bizantino, graças a seu ativo comércio. Durante a Idade Média tornou a decair e, no século XV, a conquista da Grécia pelos turcos otomanos a reduziu a uma aldeia.

Templo de Apolo em Corinto: Estilo dórico, calcáreo recoberto de estuco, visto do sudoeste.

Fonte: http://www.nomismatike.hpg.ig.com.br/Grecia/GreAntig.html |
http://greciantiga.org/img/tpl/i770.asp

Postado por Portal às 18h48
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Esparta

Localização: Está situada no sudeste da península do Peloponeso, às margens do rio Eurotas. A cidade atual, ao norte das ruínas antigas, é capital do departamento da Lacônia.

Frente aos ideais atenienses de liberdade e democracia, a cidade de Esparta representou, na Grécia Antiga, os valores da austeridade, do espírito cívico e militar, da igualdade social e da submissão total do indivíduo ao estado. Curiosamente, esse modelo de sociedade, consolidado pelas reformas legislativas de Licurgo por volta do ano 700 a.C., inspirou a teoria do contrato social de Rousseau, documento básico da democracia moderna.

Primitivamente habitada por povos pré-helênicos, a Lacônia foi invadida pelos aqueus, que aí teriam fundado a cidade de Lacedemônia, mas por volta do século XII a.C., os dórios, em ondas sucessivas, ocuparam a região e, no local da antiga Lacedemônia, ergueram Esparta no século IX a.C., como resultado da fusão de quatro povos dóricos com o povoado aqueu de Amiclas. A cidade logo se impôs sobre as vizinhas graças a seu poderoso exército. Após a unificação, todo o território ficou sob o comando de Esparta e suas terras foram repartidas entre os guerreiros. A população foi dividida em três classes:

a dos espartanos (ou cidadãos, com todos os direitos civis e políticos);
a dos periecos (homens livres, antigos habitantes da região, possuidores de terras, sem direitos políticos mas obrigados ao serviço militar e responsáveis pelo comércio e indústria, atividade vedada aos espartanos, proibidos de acumular riquezas);
 os hilotas (escravos do estado, que cultivavam as terras dos espartanos).

Estilo de vida: Eram cheios de tarefas agrícolas, dedicavam-se ao governo, à caça e ao treinamento militar e desportivo, entendidas essas atividades como necessárias para a disciplina pessoal e social. Dos sete aos vinte anos o jovem era submetido a treinamento militar intensivo, por conta do estado. Dos vinte aos sessenta o cidadão estava ligado ao serviço militar, devendo tomar com os companheiros a refeição da noite. Aos vinte anos já podia casar-se, mas só aos trinta era desobrigado de dormir no acampamento. As moças recebiam treinamento análogo e privilegiavam o dever patriótico em relação ao amor à família. À frente do governo estavam dois reis de sucessão hereditária, descendentes, segundo a tradição, dos gêmeos Eurístenes e Procles, cujos filhos, Ágis e Eurípone, teriam dado nome às dinastias reinantes: ágidas e euripôntidas. Tinham igual autoridade como chefes religiosos e militares e contavam com o assessoramento de uma espécie de senado, a gerúsia, composta de 28 membros vitalícios, maiores de sessenta anos, eleitos por aclamação pela assembléia do povo, denominada apela. Aos integrantes da gerúsia, os gerontes, cabia preparar as leis a serem votadas pela apela e constituir um tribunal que julgava os processos de interesse do estado, especialmente os que afetassem os soberanos. A apela, integrada por todos os cidadãos com plenos direitos, aprovava ou rejeitava os projetos apresentados, elegia os gerontes e os éforos (principais magistrados de Esparta) e votava a paz e a guerra. Em meados do século VI a.C., Esparta tornou-se uma das principais potências da Grécia. Desprezando os avanços culturais, filosóficos e artísticos de Atenas, concentrou sua força na atividade militar. A educação dos jovens era sempre voltada para os interesses do estado e sobretudo para as guerras. Ao chegar à idade adulta, os homens se convertiam nas "muralhas de Esparta", já que a cidade carecia de fortificações. A mulher espartana desfrutou de mais liberdade em comparação com outras gregas. Sua função principal era dar ao estado filhos fortes e sadios. A força militar de Esparta foi decisiva na luta que uniu todos os gregos para repelir a invasão Persa entre 481 e 480 a.C. e derrotar completamente os agressores, um ano depois. Coube aos espartanos, liderados por Leônidas, protagonizar a heróica defesa do estreito das Termópilas. Livres da pressão persa, os gregos passaram a guerrear entre si.

Guerra do Peloponeso entre Esparta e Atenas: Teve origem na rivalidade econômica e política entre as duas potências. Atenas, dona de uma importante frota capaz de controlar os povos das ilhas, ameaçava a tradicional superioridade espartana na península. Depois de anos de combates terrestres e navais, os espartanos conseguiram submeter Atenas e seus aliados. Entretanto, o triunfo obrigou Esparta a administrar um extenso território que excedia sua capacidade de controle. Em breve, as cidades gregas começaram a mostrar seu descontentamento com o duro regime espartano. Atenas, Corinto, Tebas e Argos uniram-se e, com a ajuda dos persas, derrotaram Esparta, em 387 a.C. A cidade vivia uma grave crise social, motivada pela desigualdade entre a oligarquia e o restante da população, submetida a condições de miséria. Esparta foi então obrigada a firmar com os persas uma paz pela qual perdeu o domínio sobre as colônias jônicas da Anatólia, embora mantivesse certo poder na Grécia continental. Por fim, a vitória do tebano Epaminondas em Leuctras, em 371 a.C., acabou com a soberania espartana no Peloponeso e na Grécia, na primeira batalha em campo aberto perdida pelos espartanos. Poucos anos depois, o poder da Macedônia, estado helenizado do norte, se impôs sobre toda a Grécia. Esparta vegetou nas épocas Helenística e Romana e, no ano 396 d.C., foi destruída pelos visigodos. Os Bizantinos a repovoaram e, em 1460, a região caiu em poder dos turcos otomanos. A cidade moderna foi edificada a partir de 1834, junto às ruínas antigas. É um pequeno núcleo comercial e industrial, que vive da produção de cítricos e azeite de oliva.

Fonte: http://www.nomismatike.hpg.ig.com.br/Grecia/GreAntig.html

Postado por Portal às 20h50
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Atenas

Localização: fica numa árida planície da região da Ática, não muito longe da costa do mar Egeu.

Berço da civilização ocidental, a cidade que foi mãe e protetora de gênios das artes, da literatura, da filosofia e da política. A história continua presente na moderna Atenas, capital da Grécia. Como maior símbolo de seu glorioso passado cultural, a Acrópole exibe as soberbas ruínas de seus edifícios, dominados pela silhueta do Pártenon, o templo erguido no século V a.C., em homenagem a Atena Parthenos, a quem era dedicada a cidade.

Acrópole: Tinha ponto de vista estratégico, histórico e cultural. A Acrópole se converteu em lugar dedicado aos deuses. Em seu topo, além do Pártenon, ergueram-se templos dedicados a Atena Nike, o Erectêion e os altares de Zeus e de Atena. Em torno da Acrópole ficavam outras edificações como o templo e o teatro de Dioniso, o Odeon e o recinto de Esculápio. Adiante, situavam-se a ágora ou praça pública, o templo de Teseu e o tribunal de justiça, este na colina do Areópago. Atenas conheceu grande esplendor como cidade-estado durante o governo de Péricles, no século V a.C., mas depois da guerra do Peloponeso começou a perder importância política, ainda que mantivesse o prestígio cultural. No século III da era cristã, foi saqueada pelos hérulos e, depois, os imperadores bizantinos anularam sua influência cultural em favor de Constantinopla.

Guerra do Peloponeso: Com o fim das Guerras Médicas, e em resultado da sua participação decisiva no conflito, Atenas torna-se uma cidade poderosa, que passa a intervir nos assuntos do mundo grego. Esparta e Atenas distanciam-se e entram em rivalidade, onde cada uma delas possuía uma aliança política e militar: no caso de Esparta era a Liga do Peloponeso e no caso de Atenas a Liga de Delos. Esta última foi fundada em 477 a.C. e era composta essencialmente por estados marítimos que encontravam-se próximos do Mar Egeu, que temiam uma nova investida persa. O centro administrativo da liga era a ilha de Delos.

Para poder atingir o seus objetivos a Liga precisava possuir uma frota. Os seus membros poderiam contribuir para a formação desta com navios ou dinheiro, tendo muitos estados optado pela última opção. Com o tempo Atenas afirma-se como o estado mais forte da Liga, fato simbolizado com a transferência do tesouro de Delos para Atenas em 454 a.C. Os Atenienses passam a considerar qualquer secessão da Liga como um ato de traição e punem os estados que tentam fazê-lo. Esparta aproveita este clima para se destacar.

As relações entre eles atingem o grau de saturação em 431 a.C., ano em que se inicia a guerra. As causas para esta guerra, cuja principal fonte para o seu conhecimento é o historiador Tucídides, são essencialmente três.
1. Antes do conflito Atenas prestara ajuda a Córcira, ilha do Mar Jónio fundada por Corinto (aliada de Esparta), mas que era completamente independente.
2. Atenas também decretara sanções economicas contra Mégara, justificadas com base em uma alegada transgressão de solo sagrado entre Mégara e Atenas.
3. Atenas realiza um bloqueio naval à cidade de Potideia, no norte da Grécia, sua antiga aliada que se revoltara e pedira ajuda a Corinto[não há muitas fontes a respeito disso].

Esparta lança um ultimato a Atenas: deve levantar as sanções a Mégara e suspender o bloqueio a Potideia. Péricles consegue convencer a Assembleia a rejeitar o ultimato e a guerra começa. Os Atenienses adotam a estratégia proposta por Péricles, que advogava que a população dos campos se concentrasse no interior das muralhas de Atenas; os alimentos e os recursos chegariam através do porto do Pireu. Contudo, a estratégia teve um resultado imprevisível: a concentração da população, aliada a condições de baixa higiene provocou a peste que atingiu ricos e pobres e o próprio Péricles. A guerra continuou até 422 a.C. ano em que Atenas é derrotada em Anfípolis. Na batalha morrem o general espartano Brásidas e o ateniense Cléon, ficando o ateniense Nícias em condições de estabelecer a paz (Paz de Nícias, 421 a.C.). Apesar do suposto cessar das hostilidades, entre 421 e 414 as duas pólis continuam a combater, não diretamente entre si, mas através do seus aliados, como demonstra a ajuda secreta dada a Argos por Atenas. Em 415 a.C. Alcibíades convenceu a Assembléia de Atenas a lançar um ataque contra Siracusa, uma aliada de Esparta, em expedição que se revelou um fracasso. Com a ajuda monetária dos Persas, Esparta construiu uma frota, que foi decisiva para vencer a guerra. Na Primavera de 404 a.C. Atenas rende-se.

Esse foi um tempo em que o mundo grego prosperou, com o fortalecimento das cidades-Estado e a produção de obras que marcariam profundamente a cultura e a mentalidade ocidental, mas foi também o período em que o mundo grego viu-se envolvido em longas e prolongadas guerras.

Fontes: http://www.nomismatike.hpg.ig.com.br/Grecia/GreAntig.html | http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia_Antiga

 

Postado por Portal às 19h36
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# Objetivo

Esse blog foi feito por grupos de vários alunos de um colégio à pedido de um professor.
Ele tem como objetivo contar um pouco da história da Grécia Antiga e seu povoado.



# Explicação

Imagem do layout: É o mapa do Império ateniense por volta de 450 a.C.

# Grupo

Amanda Lira, Carolina Araújo, Natália Barreiros, Rafaela Dantas, Stephania Bamboukian, Viviane Hipolito

# Links



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# Histórico



25/05/2008 a 31/05/2008



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